segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Gestão arcaica
Pois é, modestamente, veio o reforço. Leiam a fonte, no link http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0115/aberto/evolucao/mt_265600.shtml o que eu quero dizer e não entra na cabeça de alguns.
E, olha que o Circulo da Inovação de Tom Peter já falava muito disso...
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
CUIDADO QUANDO ROUBAR
O problema, é que junto com a experiência e os "acertos", você pode trazer para casa um funcionário com todos os "erros" da cultura que vivia em outra companhia.
Isso fica muito mais claro na área de TI, onde quando este caso ocorre, a pessoa acaba fazendo um downgrade de software ou equipamento, achando fazer um upgrade. Joga literalmente fora anos de programação, dinheiro dos softwares adquiridos, a experiência e treinamento dos subalternos, somente para colocar no lugar a tecnologia que se sente seguro ou domina.
Já vi empresas deixarem um banco Oracle parado, por ocasião da troca de gerente, e rodar Mysql no lugar. Nada contra/favor nenhum dos bancos, mas onde foi parar o investimento feito?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
PARA REFLETIR
Primeiro, que o que parecia tendência, foi-se esquecido.
Segundo, que o movimento das grandes aponta um futuro aperto nas pequenas.
E, terceiro, onde foi parar a promessa do Brasil ser um offshore daqueles ?
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
O Fórum de Davos e o Brasil
Bom, parece que aqui vivemos o oposto, com PAC "maqueado" ou não.
E, um dos caminhos para se apertar os cintos, se preparando para uma recessão é adotar políticas internas na empresa, e cada vez mais, contar com área de TI para reduzir custos.
Nos casos mais avançados, fazer uso do Business Inteligence(BI) e o Customer Relationship Management (CRM) como nunca.
Pois, o pouco dinheiro que sobrar deverá ser disputado, e você deverá estar preparado para conquistar este cliente.
E, se a recessão não vir, ótimo, você fez um belo exercício e manobras saindo da zona de conforto, que "mata" muitas empresas!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
CLIENTE E SUSTENTABILIDADE
Pois é, se prepare pois o grande movimento agora virá na onda de seleção de produtos ecologicamente corretos.
No mundo de TI já se houve muito falar de datacenters verdes.
Na construção civil, agora se cogita projetos com aproveitamento de água, luz solar.
São Paulo criou regras para que novas construções usem aquecedor solar.
Aliás, São Paulo estuda um projeto de lei para proibir garrafas PET em alimentos e bebidas.
Então, como gestor, eu te diria: está na hora de alternativas. A necessidade é por vezes a mãe de boas invenções.
Como ser politizado, penso que não basta os países em desenvolvimento pagarem a conta, enquanto que outros países esbanjam poluentes na atmosfera, não reciclam e além de tudo, ficam de olho na nossa Amazônia.
E, como pessoa, tento fazer minha parte!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
PERDENDO INTERNAMENTE O MARKET SHARE
Um assunto que eu acho importante citar, é o market share. Definindo simplesmente, é a fatia de mercado que uma empresa detém, em relação as vendas.
Observei que várias empresas poderiam incrementar seu share, através de ações internas.
Internas ? Sim. Algumas empresas simplesmente não vendem seu produto aos funcionários, com algum tipo de desconto. Não me digam que a empresa não tem margem para o menor desconto que seja. Basta considerar que X quantidade vendida diretamente, não passará por transporte,atravessador,etc. Em certos casos, até mesmo a embalagem pode ser desconsiderada, reduzindo o custo.
Com isso, porque correr o risco de seu funcionário acabar comprando o produto concorrente ? Mesmo garantindo a superioridade de seu produto, devemos levar em conta a condição financeira de seu colaborador (ou sua empresa remunera muito bem todos os cargos ?).
Ora, além disso e a auto estim do funcionário ? Levar para casa um produto que ele diretamente ou indiretamente ajudou a produzir ?
Sem contar no efeito negativo: se o produto é tão bom, porque o cara que trabalha na empresa não usa ?
Até que alguém coloque um post aqui justificando isso, ainda considero que as empresas estão com estratégia errada sobre essa venda...
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
QR Code
O QR Code, segundo a Wikipédia: "O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-domensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por cameras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.
Desde 2003, estão sendo desenvolvidas aplicações direcionadas para ajudar os usuários na entediante tarefa de adicionar dados em telefones celulares. Os QR Codes são muito comuns também em revistas e propagandas, onde usam-se os códigos para guardar endereços e URLs, além de informações pessoais detalhadas, no caso de cartões de visitas, facilitando muito a inserção destes dados em agendas de telefones celulares. Consumidores com programas de captura ou PCs com interface RS-232C, podem usar um scanner para capturar as imagens."
No Brasil, temos algumas iniciativas no mundo da propaganda, usando QR CODE, tais como a da FastShop:
http://www.descubraocodigo.com.br
Num país que tem a quantidade de celulares, vejo que pode ser uma saída de marketing, desde que:
- os geradores de QR CODE e seus leitores continuem free
- haja compatibilidade do software com nossa diversidade de aparelhos
- as pessoas "aprendam" a instalar o software em seu celular
- as empresas "aprendam" a usar isso como ferramente de promoção/vendas
Opa, mas antes que alguém critique, não somente em vendas o QR CODE é utilizado. A banda Pet Shop Boys tem um vídeo onde inseriu vários QR CODE, cada um url diferentes.
Para ver o vídeo, acesse:
You tube - QR CODE no Pet Shop Boys
E, já que você está perguntando qual a difereça dele para um tradicional código de barras, veja:
Capacidade de armazenamento
* Numérica - Max. 7.089 caracteres
* Alfanumerica - Max. 4.296 caracteres
* Binário (8 bits) - Max. 2.953 bytes
* Kanji/Kana - Max. 1.817 caracteres
Capacidade de correção de erros, ou seja se estiver um pedaço ilegível ou rasgado:
* Nível L 7%
* Nível M 15%
* Nível Q 25%
* Nível H 30%
Pois é... caso você tenha um smartphone HTC, acesse meu outro blog para saber como instalar o program e gerar seu QR CODE: www.euamomeuhtc.blogspot.com
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Pessoas e máquinas
Outras, por exemplo, sempre conseguem não entregar relatórios no prazo, e socorrem-se com o setor de helpdesk da empresa.
Incrível como elas tem facilidade de travar o Word, perder planilhas inteiras do Excel ou não conseguir inserir um vídeo no Power Point.
Acha mesmo que o parágrafo acim está certo ?
Uma vez, sugeri ao gerente do "cpd" (como se fala no interior) que fizesse uma pesquisa interna, de quantas pessoas tinham cursos,treinamentos ou algo semelhante em todos os aplicativos utilizados. E, que incluisse na pesquisa quantas gostariam de tê-lo in company.
A pesquisa surpreendeu. Mesmo ao nível de gerência, a qualificação ou simples conhecimento do pacote Office era mínima! Haviam aprendido na marra ou de acordo com as necessidades iam procurando saber como funcionava.
Portanto, reveja primeiro o grau de conhecimento de seus colaboradores, elabore um plano de treinamento ou reciclagem, e depois, me conte como ficaram o número de chamados... e quantas vezes se precisou formatar uma máquina.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Gerencia de TI
Primeiro, porque não conseguem se livrar da rotina dos "incêndios" do dia a dia, ficando atacando problemas urgentes, mas que nem sempre são importantes ou justifiquem seu salário.
Segundo, pois não conseguem obter níveis mínimos de SLA dos fornecedores, justamente por terem uma política desordenada, não terem um plano diretor de informática e nem mesmo indicadores de performance.
Terceiro, mas não menos importante, estes gerentes desconhecem a empresa. Conhecem tudo da informática, mas não estão alinhados com a empresa e seu planejamento estratégico. Não conseguem gerar valor ao negócio, reduzir custos com informatização, melhorar a carga de trabalho com rotinas e aproximar fornecedores.
Levem este post, em caráter construtivo !
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
olha o futuro...
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segunda-feira, 22 de outubro de 2007
DISTROS
Saiba quais são as distribuições Linux mais utilizadas
A mais antiga, Slackware, já tem 14 anos e muitas outras derivam do Debian e do KNOPIXX
Qualquer pessoa ou empresa com tempo e conhecimentos suficientes pode desenvolver uma distribuição Linux ‘diferente’. O mais comum é usar uma distribuição já existente como ponto de partida, e nela incluir novos recursos. A idéia básica no mundo do software livre e não reinventar a roda, respeitando, porém, os trabalhos anteriores. Essa metodologia tem garantido melhorias significativas no sistema operacional e rapidez em seu desenvolvimento.
A distribuição Linux mais antiga e ainda ativa é o Slackware, com mais de 14 anos. Dentre as distribuições cadastradas no DistroWatch a grande maioria deriva do Debian (129) ou do KNOPPIX (50). Vale ressaltar que as distribuições baseadas nessa última também são indiretamente derivadas do Debian. Em seguida temos as distribuições derivadas do Fedora (63), do Slackware (28) e do Mandriva (14). Até o Kurumin já entrou na lista, com cinco derivações.
Leia também:
- Linux, Mac ou Windows? Conheça e decida
- Dicas para quem vai migrar para o Linux
- Como substituir o Linux que veio no PC por Linux
Segue uma lista com as distribuições mais usadas na comunidade Linux, algumas inclusive, em versões Live CD, ou seja, aquelas que podem ser executadas diretamente do disco, sem a necessidade de instalação.
- Ubuntu: Em pouco mais de um ano, o Ubuntu se tornou uma das distribuições Linux mais populares. Ele é baseado no Debian Sid (a eterna versão "instável"), incorporando melhorias e correções, de forma a proporcionar um sistema bastante estável e fácil de usar. O Ubuntu utiliza o Gnome como interface padrão, mas é possível instalar os pacotes do KDE através do metapacote "kubuntu-desktop", que pode ser instalado através do Synaptic (o gerenciador de pacotes padrão) ou através do apt-get.
- Red Hat: Desde o início, a Red Hat é uma das principais distribuições e que influenciou um grande número de outros sabores do Linux. Criadora do RPM, o gerenciador de pacotes mais usado atualmente no Linux, a Red Hat atualmente têm uma distribuição mais voltada para o mercado de servidores. Mas isso não quer dizer que ela não seja boa também para uso doméstico. Você encontra nela uma facilidade de manuseio, pacotes atualizados, entre outros.
- Slackware: Podemos dizer que o Slackware é uma das mais famosas distribuições. O seu criador segue uma filosofia bem rígida: mantê-la o mais parecido com o UNIX possível. As prioridades da distribuição são: estabilidade e simplicidade, e é isso que a torna uma das mais populares. Possui uma interface de instalação bem amigável, além de uma série de scripts que ajudam na instalação e desinstalação de pacotes, o que a torna uma alternativa tanto para usuários iniciantes como os já experientes.
- Debian: O Debian GNU/Linux é uma distribuição que segue toda filosofia do projeto GNU, oficialmente contendo apenas pacotes com programas de código-fonte livre, feito por voluntários espalhados pelo mundo, e sem fins lucrativos. Apesar de atualmente ser usado com o kernel Linux, ele se intitula como um sistema operacional que pode usar outros kernels como o Hurd. O Debian conta com mais de 3.950 pacotes, que facilitam e muito a instalação e gerenciamento de programas no sistema. Além do mais, ele é o pai do apt, a ferramenta de atualização de pacotes automática, feita pela internet. Mas há quem diga que o Debian ainda tem muito que melhorar, como a simplificação do processo de instalação.
- Conectiva: A brasileira Conectiva criou a primeira distribuição nacional do software, o Conectiva Linux, baseado no Red Hat. Apesar de ter tomado um rumo diferente, sua distribuição ainda se baseia nos conceitos básicos da americana. Mas muita coisa boa foi feita para melhorar a distribuição, como a criação do apt (ferramenta de atualização de pacotes) para pacotes RPM, o GNU Parted (particionador), entre outras coisas. O objetivo da distribuição é tornar fáceis as coisas para os usuários novos, sem comprometer muito o andamento do sistema.
- SuSE: A SuSE, que hoje pertence à Novell, é uma das maiores influências do Linux no mundo, junto com a Red Hat. No início, a SuSE baseava sua distribuição no Slackware, mas logo depois tomou rumo diferente, começando a implementar os pacotes com o RPM, e fazendo mudanças na forma de organização do sistema. Criaram também uma ferramenta de configuração do sistema chamada YaST, que facilita mexer nas configurações da Distribuição.
- Fedora: O Fedora Linux é a distribuição de desenvolvimento aberto patrocinada pela RedHat e pela comunidade. Surgida em 2002 e baseada em versão da antiga linha de produtos RedHat Linux, ela só tem suporte da comunidade, e tem como prioridade o uso do computador como estação de trabalho. Além de contar com uma ampla gama de ferramentas de escritório, possui funções de servidor e aplicativos para produtividade e desenvolvimento de softwares.
- Kurumin: Uma distribuição baseada em Debian que roda diretamente a partir do CD (Live CD), o Kurumin é ideal para quem deseja testar uma distribuição Linux. Caso goste, pode ser instalada diretamente no disco rígido. Suporta boa quantidade de hardwares disponíveis. A versão instalada possui suporte a maioria dos winmodens mais encontrados no Brasil.
- Mandriva: Fusão do Mandrake com a brasileira Conectiva, a companhia mudou seu nome para Mandriva e lançou esta distribuição primordialmente para desktops. Tem uma ótima suíte de administração do sistema (DrakConf), excelente implementação da edição para 64-bits e extenso suporte à internacionalização. Adotou o modelo de desenvolvimento aberto muito antes de outras distribuições populares, com intensivos testes nas fases beta e freqüentes lançamentos estáveis. Ultimamente, tem desenvolvido diversos Live CDs instaláveis e lançou o Mandriva Flash - um sistema Mandriva Linux completo em um dispositivo Flash USB bootável.
- KNOPPIX: Live CD baseado no Debian, o KNOPPIX pode ser usado para recuperar arquivos e dados do HD, para demonstrar as possibilidades do Linux a novos usuários, para testar compatibilidade do sistema operacional com o hardware em computadores (laptops e desktops) antes da compra, para conectá-lo em internet cafés ou usá-lo como um sistema Linux pronto para as tarefas do dia a dia.
- Yellow Dog Linux (Para Mac): Sistema operacional ideal para escritórios, estações e servidores. Desenvolvido especialmente para usuários da Apple, o Yellow Dog é baseado no Fedora Core.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Ubuntu Again
Porém, dentro do espírito democrático e open source, elas cumprem bem sua função.
segue artigo, retirado de: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=9200
Computação
São Paulo, 19 de agosto de 2007 - Os 3.347 pontos de presença do Gesac (Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão), que estão em operação e em conformidade, vão receber um kit contendo a 3ª edição do manual do usuário, uma cartilha e um CD-ROM da Customização do Linux-Ubuntu.
Os instrumentos vão ajudar implementadores e administradores dos pontos de presença na divulgação do programa, além de servir de apoio pedagógico e tecnológico para as atividades ali desenvolvidas.
“Com esse material, só não vai usar software livre quem não quiser, pois além dos aplicativos que o CD contém o manual do usuário traz esclarecimentos de como utilizar as ferramentas disponíveis no portal www.idbrasil.org.br” – explicou o consultor para Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Benedito Medeiros.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
mais um ponto para o Linux
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Siglas
- Absenteísmo: falta constante ao trabalho, por parte do empregado, ou sua ausência devido a problemas de saúde
- Avaliação 180 graus: É um modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe
- Avaliação 360 graus: sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa
- B2B: sigla fonética de "business to business". É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor.
- B2C: business to customer, a empresa que vende diretamente para o consumidor via internet
- Benchmark: parâmetros de excelência, exemplos de coisas boas
- Board: conselho diretor
- Bônus: premiação em dinheiro concedida aos funcionários
- Brainstorm: literalmente, significa "tempestade cerebral". É uma reunião para se fazer exatamente isso: trocar idéias
- Branding: É a construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa
- Break even point: o momento a partir do qual custos e receitas de um negócio se equilibram
- Breakthrough: trata-se de um avanço em determinada área
- Broad band: banda larga
- Budget: orçamento
- Buying in: compra (de uma empresa, por exemplo)
- Cash: dinheiro vivo.
- CEO - chief executive officer: É o cargo mais alto da empresa. É chamado também de presidente, principal executivo, diretor geral, entre outros. Quando existe um presidente e um CEO, o primeiro é mais forte.
- CFO - chief financial officer: Um nome mais sofisticado para diretor de finanças.
- Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa.
- CHRO - chief human resources officer: É o cargo de diretor de recursos humanos.
- CIO - chief information officer: Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também chief imagination officer, termo criado pela fabricante americana de computadores Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal
- CKO - chief knowledge officer: É o gestor do capital intelectual da companhia. As atribuições vão desde a definição da arquitetura das informações e de seu fluxo até onde arquivá-las e como recuperá-las
- Clima organizacional: é o ambiente interno de uma empresa.Para avaliá-lo são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional, enfim, as satisfações e insatisfações dos funcionários
- CLO - chief learning officer: Responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização
- CMM: capacity maturity model, recurso para desenvolvimento de software
- CMO - chief marketing officer: A função é um pouco mais complexa que a diretoria de marketing. Em algumas empresas, o CMO acumula ainda a diretoria comercial e, em outras, a área de novos negócios
- Coaching: sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional. Serve para promover mudanças de comportamento no funcionário, para que ele atinja novos objetivos
- Commodity: produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional
- Consumer relationship Management: gerenciamento das relações com o cliente
- Consumer understanding: conhecimento profundo a respeito dos clientes
- COO - chief operating officer: executivo chefe de operações. Geralmente o braço direito dos CEOs
- Core business: negócio principal da empresa
- Corporate purpose: objetivo da empresa
- Counseling: Aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional, que discute, entre outras coisas, os objetivos pessoais e futuros, estilo gerencial do executivo, nível cultural, valores e conhecimento do mercado. O objetivo é avaliar tudo isso para ajudar o profissional a tomar as melhores decisões para sua carreira
- Country-manager: diretor-geral para o país
- CRO - chief risk officer: Além de gerenciar o risco nas operações financeiras, o CRO também é responsável por analisar as estratégias do negócio, a concorrência e a legislação
- CSO - chief security officer: Profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia
- CTO - chief technology officer: Existe uma confusão muito grande. Geralmente o CTO comanda a infra-estrutura da área de tecnologia. Enquanto o CIO o seu uso estratégico
- Data-base marketing: marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa
- Downsizing: redução no número de funcionários da empresa
- Educação continuada: cursos de aperfeiçoamento referentes à atividade do funcionário. Pode incluir a pós-graduação
- Empowerment: Este termo surgiu nos anos 80 e se refere às situações em que os chefes devem decidir um pouco menos e os subordinados um pouco mais
- Endomarketing: é uma área diretamente ligada à de comunicação interna, que alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos
- ERPs: sistemas de gestão empresariais
- Factoring: prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas cobrando comissão
- Feedback: É uma conversa particular entre o líder e o liderado, com caráter de avaliação, sobre os acertos e erros do liderado. O tema do bate-papo é o comportamento do subordinado.
- Fine tuning: sintonia fina, calibragem
- Follow-up: dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram
- Forecast: previsão
- Headcount: número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa
- Headhunter: caça-talentos do mundo corporativo
- Inclusão digital: é dar condições para que um número cada vez maior de pessoas possa ter acesso a novas tecnologias, entre elas a internet
- Inclusão social: é a forma de trazer para a sociedade pessoas que foram excluídas dela e estavam privadas de seus direitos, como os portadores de deficiências físicas
- Income: renda
- Intranet: rede de comunicação interna e exclusiva das empresas
- Intrapreneur (não confundir com entrepreneur): empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente
- Job rotation: rodízio de funções promovido pela empresa, para que o funcionário possa adquirir novos conhecimentos em setores diferentes e acumular experiências, sem sair da companhia em que trabalha
- L.L.M: Master of Laws, mestrado em direito
- Market share: fatia de mercado
- Markup: é um sobre-preço que se acrescentado ao preço final do produto (digamos, após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista)
- MBA in company: MBA oferecido pela empresa dentro de seu próprio espaço físico
- MBA: sigla em inglês para Master in Business Administration. É um curso que equivale à pós-graduação em administração de empresas
- Mentoring: profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira
- Nepotismo: favorecimento de parentes próximos feito por quem tem autoridade e poder
- Networking: construir uma boa rede de relacionamentos, geralmente em sua área de atuação.
- Outplacement: serviço oferecido e pago pela empresa, que consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para se recolocar no mercado de trabalho, bem como para o planejamento de sua carreira.
- Performance: palavra inglesa que significa atuação e desempenho
- Player: empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.
- Presenteísmo: Diferente do absenteísmo, quem sofre deste mal não falta ao trabalho, mas ao final de todos os dias sofre com dores de cabeça, cansaço, dores nas costas, irritação, sinusite e alergias - com isso, a produtividade e a motivação é que deixam de aparecer
- Reengenharia: Mudança nos processo internos de uma empresa
- Responsabilidade social: atuação e consciência do papel das empresas como agentes sociais no desenvolvimento do ser humano e da comunidade à qual está inserido
- RH: sigla de recursos humanos (departamento responsável pelas contratações, treinamentos, remuneração, encaminhamento de carreira e conflitos na empresa)
- Sales manager: gerente de vendas
- Spread: taxa de risco
- Supply chain management: gerenciamento de cadeia de abastecimento
- Target: alvo
- TI: sigla de tecnologia da informação
- Toró de palpites: tradução bem brasileira do termo inglês brainstorm, que significa uma reunião de pessoas que se juntam para encontrar soluções para problemas da empresa ou expor idéias criativas para novos projetos
- Trend: tendência
- Turnover: rotatividade de funcionários dentro de uma empresa, medida pela média de pessoal que se mantém fixa na companhia
- Workshop: treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor, que visa ao aprendizado de novas práticas para o trabalho
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Microsoft
Mas como concordar com uma empresa, notoriamente monopolista e que agora, mais uma vez, mostra sua face de má jogadora: http://computerworld.uol.com.br/mercado/2007/08/30/idgnoticia.2007-08-30.6808872722/
A notícia acima indica os níveis que algumas disputas chegam
Isso me faz lembrar o processo licitatorio no Brasil que suspendeu temporariamente uma compra gigantesca de pacotes Office.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
mais um ponto
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terça-feira, 21 de agosto de 2007
Mais noticias do tux...
http://computerworld.uol.com.br/mercado/2007/08/21/idgnoticia.2007-08-20.9595226415/
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Single sign on
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Material de aula
As materias estão disponíveis tanto na lista do grupo de discussão redes_fgp como no site oficial da Faculdade.
Recomendo não faltarem nas próximas aulas !