segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Pessoas e máquinas

Já perceberam que algumas pessoas não se dão bem com máquinas ? Exemplo perto de mim, posso contar nos dedos de uma única mão quantas vezes formatei meu notebook em 5 anos !
Outras, por exemplo, sempre conseguem não entregar relatórios no prazo, e socorrem-se com o setor de helpdesk da empresa.

Incrível como elas tem facilidade de travar o Word, perder planilhas inteiras do Excel ou não conseguir inserir um vídeo no Power Point.

Acha mesmo que o parágrafo acim está certo ?
Uma vez, sugeri ao gerente do "cpd" (como se fala no interior) que fizesse uma pesquisa interna, de quantas pessoas tinham cursos,treinamentos ou algo semelhante em todos os aplicativos utilizados. E, que incluisse na pesquisa quantas gostariam de tê-lo in company.

A pesquisa surpreendeu. Mesmo ao nível de gerência, a qualificação ou simples conhecimento do pacote Office era mínima! Haviam aprendido na marra ou de acordo com as necessidades iam procurando saber como funcionava.

Portanto, reveja primeiro o grau de conhecimento de seus colaboradores, elabore um plano de treinamento ou reciclagem, e depois, me conte como ficaram o número de chamados... e quantas vezes se precisou formatar uma máquina.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Gerencia de TI

Ando impressionado como alguns gerentes de TI não conseguem transformar seu departamento em valor agregado para a empresa.
Primeiro, porque não conseguem se livrar da rotina dos "incêndios" do dia a dia, ficando atacando problemas urgentes, mas que nem sempre são importantes ou justifiquem seu salário.

Segundo, pois não conseguem obter níveis mínimos de SLA dos fornecedores, justamente por terem uma política desordenada, não terem um plano diretor de informática e nem mesmo indicadores de performance.

Terceiro, mas não menos importante, estes gerentes desconhecem a empresa. Conhecem tudo da informática, mas não estão alinhados com a empresa e seu planejamento estratégico. Não conseguem gerar valor ao negócio, reduzir custos com informatização, melhorar a carga de trabalho com rotinas e aproximar fornecedores.

Levem este post, em caráter construtivo !

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

olha o futuro...

Senado dá dois anos para migrar para Linux
  • 25 de Outubro de 2007 às 12:28
  • Fonte: http://www.serpro.gov.br/noticiasSERPRO/20040315_04
  • O Senado Federal lançou o projeto Solis para a adoção de software livre pelo órgão. O prazo para a migração é de dois anos, no máximo três.

    O Senado espera economizar bastante com isso - só no último contrato fechado com a Microsoft, conta a Agência Senado, o órgão deverá pagar 3,5 milhões de reais anuais pelo uso dos programas da marca. Com o dinheiro economizado, o Senado espera investir mais em outros produtos de informática, principalmente em novas máquinas.

    O órgão tem hoje quatro mil usuários de sistemas de informática. A migração será feita por etapas, sob a coordenação do Prodasen, após a realização de um estudo de custo e benefício.


    segunda-feira, 22 de outubro de 2007

    DISTROS

    Matéria interessante, que vai de encontro a algumas perguntas em sala de aula:

    Saiba quais são as distribuições Linux mais utilizadas

    Por Monica Campi, especial para PC WORLD
    19-10-2007

    A mais antiga, Slackware, já tem 14 anos e muitas outras derivam do Debian e do KNOPIXX

    Publicidade

    linux_migracao150Qualquer pessoa ou empresa com tempo e conhecimentos suficientes pode desenvolver uma distribuição Linux ‘diferente’. O mais comum é usar uma distribuição já existente como ponto de partida, e nela incluir novos recursos. A idéia básica no mundo do software livre e não reinventar a roda, respeitando, porém, os trabalhos anteriores. Essa metodologia tem garantido melhorias significativas no sistema operacional e rapidez em seu desenvolvimento.

    A distribuição Linux mais antiga e ainda ativa é o Slackware, com mais de 14 anos. Dentre as distribuições cadastradas no DistroWatch a grande maioria deriva do Debian (129) ou do KNOPPIX (50). Vale ressaltar que as distribuições baseadas nessa última também são indiretamente derivadas do Debian. Em seguida temos as distribuições derivadas do Fedora (63), do Slackware (28) e do Mandriva (14). Até o Kurumin já entrou na lista, com cinco derivações.

    Leia também:

    Segue uma lista com as distribuições mais usadas na comunidade Linux, algumas inclusive, em versões Live CD, ou seja, aquelas que podem ser executadas diretamente do disco, sem a necessidade de instalação.

    • Ubuntu: Em pouco mais de um ano, o Ubuntu se tornou uma das distribuições Linux mais populares. Ele é baseado no Debian Sid (a eterna versão "instável"), incorporando melhorias e correções, de forma a proporcionar um sistema bastante estável e fácil de usar. O Ubuntu utiliza o Gnome como interface padrão, mas é possível instalar os pacotes do KDE através do metapacote "kubuntu-desktop", que pode ser instalado através do Synaptic (o gerenciador de pacotes padrão) ou através do apt-get.
    • Red Hat: Desde o início, a Red Hat é uma das principais distribuições e que influenciou um grande número de outros sabores do Linux. Criadora do RPM, o gerenciador de pacotes mais usado atualmente no Linux, a Red Hat atualmente têm uma distribuição mais voltada para o mercado de servidores. Mas isso não quer dizer que ela não seja boa também para uso doméstico. Você encontra nela uma facilidade de manuseio, pacotes atualizados, entre outros.
    • Slackware: Podemos dizer que o Slackware é uma das mais famosas distribuições. O seu criador segue uma filosofia bem rígida: mantê-la o mais parecido com o UNIX possível. As prioridades da distribuição são: estabilidade e simplicidade, e é isso que a torna uma das mais populares. Possui uma interface de instalação bem amigável, além de uma série de scripts que ajudam na instalação e desinstalação de pacotes, o que a torna uma alternativa tanto para usuários iniciantes como os já experientes.
    • Debian: O Debian GNU/Linux é uma distribuição que segue toda filosofia do projeto GNU, oficialmente contendo apenas pacotes com programas de código-fonte livre, feito por voluntários espalhados pelo mundo, e sem fins lucrativos. Apesar de atualmente ser usado com o kernel Linux, ele se intitula como um sistema operacional que pode usar outros kernels como o Hurd. O Debian conta com mais de 3.950 pacotes, que facilitam e muito a instalação e gerenciamento de programas no sistema. Além do mais, ele é o pai do apt, a ferramenta de atualização de pacotes automática, feita pela internet. Mas há quem diga que o Debian ainda tem muito que melhorar, como a simplificação do processo de instalação.
    • Conectiva: A brasileira Conectiva criou a primeira distribuição nacional do software, o Conectiva Linux, baseado no Red Hat. Apesar de ter tomado um rumo diferente, sua distribuição ainda se baseia nos conceitos básicos da americana. Mas muita coisa boa foi feita para melhorar a distribuição, como a criação do apt (ferramenta de atualização de pacotes) para pacotes RPM, o GNU Parted (particionador), entre outras coisas. O objetivo da distribuição é tornar fáceis as coisas para os usuários novos, sem comprometer muito o andamento do sistema.
    • SuSE: A SuSE, que hoje pertence à Novell, é uma das maiores influências do Linux no mundo, junto com a Red Hat. No início, a SuSE baseava sua distribuição no Slackware, mas logo depois tomou rumo diferente, começando a implementar os pacotes com o RPM, e fazendo mudanças na forma de organização do sistema. Criaram também uma ferramenta de configuração do sistema chamada YaST, que facilita mexer nas configurações da Distribuição.
    • Fedora: O Fedora Linux é a distribuição de desenvolvimento aberto patrocinada pela RedHat e pela comunidade. Surgida em 2002 e baseada em versão da antiga linha de produtos RedHat Linux, ela só tem suporte da comunidade, e tem como prioridade o uso do computador como estação de trabalho. Além de contar com uma ampla gama de ferramentas de escritório, possui funções de servidor e aplicativos para produtividade e desenvolvimento de softwares.
    • Kurumin: Uma distribuição baseada em Debian que roda diretamente a partir do CD (Live CD), o Kurumin é ideal para quem deseja testar uma distribuição Linux. Caso goste, pode ser instalada diretamente no disco rígido. Suporta boa quantidade de hardwares disponíveis. A versão instalada possui suporte a maioria dos winmodens mais encontrados no Brasil.
    • Mandriva: Fusão do Mandrake com a brasileira Conectiva, a companhia mudou seu nome para Mandriva e lançou esta distribuição primordialmente para desktops. Tem uma ótima suíte de administração do sistema (DrakConf), excelente implementação da edição para 64-bits e extenso suporte à internacionalização. Adotou o modelo de desenvolvimento aberto muito antes de outras distribuições populares, com intensivos testes nas fases beta e freqüentes lançamentos estáveis. Ultimamente, tem desenvolvido diversos Live CDs instaláveis e lançou o Mandriva Flash - um sistema Mandriva Linux completo em um dispositivo Flash USB bootável.
    • KNOPPIX: Live CD baseado no Debian, o KNOPPIX pode ser usado para recuperar arquivos e dados do HD, para demonstrar as possibilidades do Linux a novos usuários, para testar compatibilidade do sistema operacional com o hardware em computadores (laptops e desktops) antes da compra, para conectá-lo em internet cafés ou usá-lo como um sistema Linux pronto para as tarefas do dia a dia.
    • Yellow Dog Linux (Para Mac): Sistema operacional ideal para escritórios, estações e servidores. Desenvolvido especialmente para usuários da Apple, o Yellow Dog é baseado no Fedora Core.

    sexta-feira, 19 de outubro de 2007

    Ubuntu Again

    Parece mesmo que o Ubuntu está se popularizando. Nada contra, sou um heavy user de todas as distrios que posso, testo sempre em desktops, servidores e a mais estável coloco em meu notebook. Lógico que deverá haver uma seleção natural do mercado, e principalmente surgirem certificações específicas para determinadas versões.

    Porém, dentro do espírito democrático e open source, elas cumprem bem sua função.

    segue artigo, retirado de: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=9200

    Computação

    Governo distribui Linux para 3 mil telecentros
    Voltar Enviar para um amigo Imprimir
    Agência Brasil - 19/10/2007 - 09:00

    São Paulo, 19 de agosto de 2007 - Os 3.347 pontos de presença do Gesac (Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão), que estão em operação e em conformidade, vão receber um kit contendo a 3ª edição do manual do usuário, uma cartilha e um CD-ROM da Customização do Linux-Ubuntu.

    Os instrumentos vão ajudar implementadores e administradores dos pontos de presença na divulgação do programa, além de servir de apoio pedagógico e tecnológico para as atividades ali desenvolvidas.
    “Com esse material, só não vai usar software livre quem não quiser, pois além dos aplicativos que o CD contém o manual do usuário traz esclarecimentos de como utilizar as ferramentas disponíveis no portal www.idbrasil.org.br” – explicou o consultor para Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Benedito Medeiros.

    A distribuição dos kits está sendo feita pelos Correios, via Sedex, endereçada ao administrador de cada ponto. As postagens, por região, começaram na última segunda-feira,15/10.

    sexta-feira, 14 de setembro de 2007

    mais um ponto para o Linux

    Pois é, todo dia empresas migram para Linux de modo silencioso, portanto temos que divulgar quando uma empresa de grande porte lança um press release contando este fato !

    Spanair migra seus servidores pra Linux
  • 13 de Setembro de 2007 às 21:54
  • Fonte: http://www.computerweekly.com/Articles/2007/09/11/226689/spanair-migrates-to-linux.htm
  • Spanair, uma das maiores empresas aéreas da Europa está migrando seus servidores para ambiente Linux.

    A empresa está usando o Red Hat Enterprise Linux em três áreas (software de otimização em servidores, estações e banco de dados).

    "Quando começamos a considerar o Linux para nossa infra-estrutura, começamos a procurar por soluções que tivessem redução de custo e aumento de performance. Os servidores Red Hat Linux forneceram a resposta", afirma Joan Pons, gerente de sistmeas da companhia.

    Ele assegura que o número de servidores deve aumentar em breve para acomodar mais servidores de bancos de dados Oracle e novas aplicações.